Nem um dedo faz a mão, nem uma andorinha faz o Verão
Nem um dedo faz a mão, nem uma andorinha faz o Verão
Language or variety
Literal translation
Ni un dedo hace la mano, ni una golondrina hace el verano
Categorization
Meteorology
General subject area
Sources
| Author | Title | Edition | In source | ||
|---|---|---|---|---|---|
| CARRUSCA, Maria de Sousa -coordenadora- | "Vozes da sabedoria" [3 vols.] |
Editorial: Edição da coordenadora Lloc d'edició: Lisboa Data de publicació: 1974-1976 |
Page: 298 Volume: II |
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| REIS, José Alves | Provérbios e Ditos Populares |
Editorial: Litexa Editora Lloc d'edició: Lisboa – Porto Data de publicació: 1995 |
Page: 52, 112, 165 |
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| MOREIRA, António | Provérbios portugueses |
Editorial: Notícias Lloc d'edició: Lisboa Data de publicació: 2003 (5ª ed.) |
Page: 184 |
"Verano" significa aquí genéricamente 'buen tiempo'. Paremiotipo común en muchas lenguas y conocido desde la Antigüedad. Se entiende en sentido figurado, y hace referencia a que un hecho excepcional no se puede tomar como norma. El refrán aparece así en Reis (1995). En Moreira (2003: 184): Nenhum dedo faz mão, nem uma andorinha faz Verão. En Carrusca (1975: 298): Uma andorinha só não faz verão, nem um dedo só, mão.