ParemioRomParemiologia romànica: refranys meteorològics i territori
Provérbios portugueses
Ramos molhados são louvados
Relâmpagos ao Norte, vento forte, [/] Se do sul vem, chuva também
Ronca o trovão, chuva no chão
Ruivas de manhã, chuva pela tarde, ruivas de tarde, sol pela manhã
Ruivas no nascente, chuva de repente
Ruivas no nascente, desapõe os bois e foge sempre
S. Miguel soalheiro enche o celeiro
Sábados a chover e bêbados a beber, ninguém os pode vencer
Santa Maria à vista, chuva na crista
Santa Tecla tem capelo, venta logo ou chove cedo
Sapo que salta, água não falta
Se a Candelária chora, está o Inverno fora; se a Candelária rir, está o Inverno para vir
Se a Páscoa é a assoalhar, é o Natal atrás do lar, se a Páscoa é atrás do lar é o Natal a assoalhar
Se a Senhora da Luz está a chorar[,] está o Inverno a acabar; se está a rir, está o Inverno para vir
Se chove, chova, se neva, neve, que se não faz vento, não faz mau tempo
Se chover em Maio, [/] Carregará El-rei o carro. [/] E em Abril o carril, [/] E entre Abril e Maio [/] O carril e o carro
Se entra por terra a gaivota, é o temporal que a enxota
Se Março dá de rabo, nem fica ovelha parida, nem pastor açamarrado
Se não chove em Abril, [/] Perde o lavrador o carro e o carril
Se não chove entre Março e Abril, venderá El-rei o carro e o carril