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MOREIRA, António - Provérbios portugueses

Provérbios portugueses

Author
MOREIRA, António
Editorial
Notícias
Place of edition
Lisboa
Publication date
2003 (5ª ed.)

Proverbs

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Proverb Sort descending In content

Ramos molhados são louvados

Page: 277

Relâmpagos ao Norte, vento forte, [/] Se do sul vem, chuva também

Page: 278

Ronca o trovão, chuva no chão

Page: 279

Ruivas de manhã, chuva pela tarde, ruivas de tarde, sol pela manhã

Page: 279

Ruivas no nascente, chuva de repente

Page: 279

Ruivas no nascente, desapõe os bois e foge sempre

Page: 279

S. Miguel soalheiro enche o celeiro

Page: 281

Sábados a chover e bêbados a beber, ninguém os pode vencer

Page: 281

Santa Maria à vista, chuva na crista

Page: 282

Santa Tecla tem capelo, venta logo ou chove cedo

Page: 282

Sapo que salta, água não falta

Page: 282

Se a Candelária chora, está o Inverno fora; se a Candelária rir, está o Inverno para vir

Page: 233

Se a Páscoa é a assoalhar, é o Natal atrás do lar, se a Páscoa é atrás do lar é o Natal a assoalhar

Page: 283

Se a Senhora da Luz está a chorar[,] está o Inverno a acabar; se está a rir, está o Inverno para vir

Page: 283

Se chove, chova, se neva, neve, que se não faz vento, não faz mau tempo

Page: 284

Se chover em Maio, [/] Carregará El-rei o carro. [/] E em Abril o carril, [/] E entre Abril e Maio [/] O carril e o carro

Page: 284

Se entra por terra a gaivota, é o temporal que a enxota

Page: 284

Se Março dá de rabo, nem fica ovelha parida, nem pastor açamarrado

Page: 284

Se não chove em Abril, [/] Perde o lavrador o carro e o carril

Page: 285

Se não chove entre Março e Abril, venderá El-rei o carro e o carril

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