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CARRUSCA, Maria de Sousa -coordenadora- - "Vozes da sabedoria" [3 vols.]

"Vozes da sabedoria" [3 vols.]

Autor
CARRUSCA, Maria de Sousa -coordenadora-
Editorial
Edição da coordenadora
Lugar de edición
Lisboa
Fecha de publicación
1974-1976

Proverbs

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Refrán Ordenar descendente En contenido

Quando não chove por S. Mateus, é por milagre de Deus

Página: 237
Volumen: III

Quando não faz vento, faz bom tempo

Página: 255
Volumen: III

Quando não há nuvens[,] não há chuva

Página: 250
Volumen: III

Quando o cheiro das flores [/] Invade o ar, [/] Grande temporal [/] Está p'ra rebentar

Página: 190
Volumen: III

Quando o tempo se prepara lentamente, não abandona o marinheiro facilmente; mas se de repente se declara, é de fraca duração e pronto pára

Página: 190
Volumen: III

Quando o tição funga, ou vento ou chuva

Página: 255
Volumen: III

Quando o vento ronda ao mar na noite de S. João, não há Verão

Página: 232, 255
Volumen: III

Quando o vento sopra, entra em todos os buracos

Página: 255
Volumen: III

Quando troveja em Março[,] aparelha os cubos e o baraço

Página: 217
Volumen: III

Quando vem a trovoada ao Douro [/] Vende milho e compra touro: [/] Quando vem ao Minho [/] Vende touro e compra milho

Página: 252
Volumen: III

Quando venteja, erguem-se as velas

Página: 254
Volumen: III

Quanto mais geia mais aperta

Página: 248
Volumen: III

Quanto vale o carro e o carril? Tanto como a chuva entre Março e Abril

Página: 213
Volumen: III

Quem anda à chuva, molha-se

Página: 248
Volumen: III

Quem anda de capote no Verão ou é pobre ou é ladrão

Página: 200
Volumen: III

Quem no ar se namora, pene e queixe-se do vento

Página: 255
Volumen: III

Quem semeia ventos, colhe tempestades

Página: 255
Volumen: III

Quem vai ao vento, perde o assento

Página: 255
Volumen: III

Ramos molhados - anos melhorados

Página: 218
Volumen: III

Ramos molhados são louvados

Página: 218
Volumen: III
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