ParemioRomParemiologia romànica: refranys meteorològics i territori
Provérbios portugueses
No principio ou no fim, Abril sói ser ruim
No S. João, semeia de gabão
No tempo do cuco, tanto está molhado como enxuto
No tempo quente refresca o vento
No Verão sol por «minhão»[,] à tarde remos na mão
Nordeste molhado, não te dê cuidado
Norte bravo, chuva no cabo
Num volver de olhos[,] ao mau vento, volve-lhe o capelo
Nunca vai mau tempo senão quando vai vento
Nuvem comprida que se desfia, [/] Sinal de grande ventania
Nuvens ao nascente, chuva de repente
Nuvens paradas, cor de cobre, [/] É temporal que se descobre
O mau ano em Portugal entra nadando
O sol da manhã não dura todo o dia
O vento suão cria palha e grão
O vento suão cria palha e pão
Orvalho não enche poço
Os bons dias em Janeiro vêm-se a pagar em Fevereiro
Outubro quente traz o diabo no ventre
Outubro revolver, Novembro semear, Dezembro nascer [...]; Janeiro gear, Fevereiro chover, Março encanar, Abril espigar, Maio engrandecer, Junho aceitar, Julho debulhar, Agosto engravelar, Setembro vindimar