ParemioRomParemiologia romànica: refranys meteorològics i territori
Provérbios portugueses
Sol de Março pega como pegamaço e fere como maço
Suão bravo, chuva ao cabo
Tem tento quando te der no rosto o vento
Tempo de chuva, tempo de pulga
Tempo de cuco, um pouco molhado, um pouco enxuto
Tempo de sincelo arrepia o cabelo
Tempo faz tempo e chuva faz vento
Tempo frio e enevoado aduba alqueive e prado
Temporal e guerra não duram sempre
Trás da névoa vem o sol
Trovão em Janeiro [/] Nem bom prado nem bom palheiro
Trovão longe, chuva perto
Trovoada da terra para o mar, toma os bois e vai lavrar; do mar para a terra, ceva-os bem e vai para a taberna
Trovoada de baixo, Inverno de cima e palavra de gente do Bilhó, tudo é uma coisa só
Trovoada de Maio depressa passa
Trovoadas em Agosto, abundância de uva e mosto
Trovoadas nos montes levam moinhos e pontes
Trovões em Janeiro, seara de quarteiro
Tudo é vento se não há rei nem prior no convento
Uma água de Maio e três de Abril valem por mil