ParemioRomParemiologia romànica: refranys meteorològics i territori
Provérbios portugueses
A três d'Abril o cuco há-de vir[,] e se não vier até oito, está preso ou morto
Aberto para Castela, chuva como terra
Abril chove para os homens e mais para as bestas
Abril e Maio, chaves do ano
Abril frio e molhado [/] enche o celeiro e farta o gado
Abril frio: pão e vinho
Abril, águas mil, coadas por um funil
Agosto é o primeiro mês de Inverno
Agosto, frio no rosto
Água de Agosto, açafrão, mel e mosto
Água de Fevereiro mata o onzeneiro
Água de Maio, pão para todo o ano
Água de Março é pior que nódoa no pano
Água de Março[,] quanta o gato molhe o rabo
Água de trovão [/] Em parte dá, em outra não
Águas verdadeiras, por S. Mateus, são as primeiras
Aí vem o meu irmão Março, que fará o que eu não faço
Alto mar e não de vento, não promete seguro tempo
Andar, marinheiro, andar, não te apanhe S. Simão no mar
Ande o frio por onde andar, no Natal cá vem parar