ParemioRomParemiologia romànica: refranys meteorològics i territori
Provérbios portugueses
Chovam trinta Maios e não chova em Junho
Chovendo na Ascensão [/] Até as pedrinhas dão pão
Chovendo no S. Mateus faz conta das ovelhas que os borregos não são teus
Chuva com pedra, telhado novo
Chuva de Agosto apressa o mosto
Chuva de Fevereiro vale por estrume
Chuva de Junho, peçonha do mundo
Chuva de levante, não deixa coisa constante
Chuva de S. João tira vinho e azeite e não dá pão
Chuva de sábado nunca se acaba
Chuva de Verão e lágrimas de puta quando caem ao chão ficam logo enxutas
Chuva em Janeiro e não frio, vai dar riqueza ao Estio
Chuva em Junho, mordedura de víbora
Chuva fina por Sto. Agostinho é como se chovesse vinho
Chuva junhal, fome geral
Chuva miúda e neve aturada, são bom alimento de terra lavrada
Chuva miúda e névoa aturada, são bom alimento de terra lavrada
Chuvas na Ascensão das palhinhas fazem pão
Circo ao largo, chuva ao perto
Circo na lua, água na rua